Posts tagged: art

L’ Ondée (Rains)

via ungaretti

estudos da saudade // people I miss

2013

acrylic on paper

acrílico em papel

d’ apenascomosefossearte

Notas musicales…
06/03/2013

d’ anarello

Notas musicales…

06/03/2013

d’ anarello


Yang Yongliang
Phantom Landscape I.Nr 160 × 130 cm , Epson Ultragiclee print on Epson fine art paper


via caomijandonocaos

Yang Yongliang

Phantom Landscape I.Nr 1
60 × 130 cm , Epson Ultragiclee print on Epson fine art paper

via caomijandonocaos

pesquisar nos poetas, raízes

devolver ao povo em forma de dança


pulsa nas pernas a entrega

anseia o coração esperança


poem’à Cia Sansacroma


“An artist never works under ideal conditions. If they existed, his work wouldn`t exist, for the artist doesn`t live in a vacuum. Some sort of pressure must exist. The artist exists because the world is not perfect. Art would be useless if the world were perfect, as man wouldn`t look for harmony but would simply live in it. Art is born out of an ill-designed world.”
Andrei Tarkovski

via lecollecteur

An artist never works under ideal conditions. If they existed, his work wouldn`t exist, for the artist doesn`t live in a vacuum. Some sort of pressure must exist. The artist exists because the world is not perfect. Art would be useless if the world were perfect, as man wouldn`t look for harmony but would simply live in it. Art is born out of an ill-designed world.”

Andrei Tarkovski

via lecollecteur


El sol y el fin los vemos por espejos


Tania Colon Morales, la peligrosa pop

El sol y el fin los vemos por espejos

Tania Colon Morales, la peligrosa pop

sebastienlatreille:

Flying shoes no.4: the woods, 2012

sebastienlatreille:

Flying shoes no.4: the woods, 2012

Dirceu Maués, da série “Dos sonhos que não acordei” – 2004-2007
Certa vez Dirceu sonhou com as cores de Rubens, delírios de exílio. Tartarugas gigantes, vermelhos, muitos vermelhos, ocres, céus taciturnos, paisagens táteis. Curioso notar que esta mesma sensação está contida em cada imagem apresentada. Parece que cada uma destas imagens guarda o mesmo frescor e mistério da eternidade. Imagens sempre em transição, como numa jornada sem paradeiro. No fim do estirão estará a nossa espera uma vó desalmada? Talvez nunca o saibamos, pois aquele tempo estendido lhe é peculiar, o único que importa.
O sopro morno de Dirceu murmura em nossos ouvidos: os sonhos não evanescem, estão à nossa espera toda vez que deitarmos a cabeça no travesseiro e olharmos para dentro de nós mesmos.   
Armando Queiroz, Belém, setembro de 2006

Dirceu Maués, da série “Dos sonhos que não acordei” – 2004-2007

Certa vez Dirceu sonhou com as cores de Rubens, delírios de exílio. Tartarugas gigantes, vermelhos, muitos vermelhos, ocres, céus taciturnos, paisagens táteis. Curioso notar que esta mesma sensação está contida em cada imagem apresentada. Parece que cada uma destas imagens guarda o mesmo frescor e mistério da eternidade. Imagens sempre em transição, como numa jornada sem paradeiro. No fim do estirão estará a nossa espera uma vó desalmada? Talvez nunca o saibamos, pois aquele tempo estendido lhe é peculiar, o único que importa.

O sopro morno de Dirceu murmura em nossos ouvidos: os sonhos não evanescem, estão à nossa espera toda vez que deitarmos a cabeça no travesseiro e olharmos para dentro de nós mesmos.   

Armando Queiroz, Belém, setembro de 2006


‘La Poesie’, Alphonse Mucha

via peixesverdes

‘La Poesie’, Alphonse Mucha

via peixesverdes

Binho, Poeta periférico, Casa das Rosas, 2012
IR, IR E IR
Quero ver onde essa
América se desmorena
E se constrói
Onde se diz negra
Onde se desmestiça
E se desmistifica
Onde se andina
E se desanda
Quero ver
Onde o samba é Gardel
Onde o tango é Noel
Onde a fala é o silêncio dos pampas
A Cordilheira, a Mantiqueira
Onde o ferro é o cobre
Onde Itabira é Temuco
Onde Neruda é Drummond
Onde o guarani é oficial
Onde o Morumbi és La Bombonera
Onde o Chile é Allende
Onde nenhum salvador é Pinochet
Quero ver quero ver
Onde o Paraguai venceu
Onde Afonsina se entregou
Onde o Brasil se Argentina mais
Onde o Uruguai é mais Galeano
E onde eu sou mais ou menos brasileiro
Quero ver, quero ver
do livro Donde Miras - Dois Poetas e um Caminho

Binho, Poeta periférico, Casa das Rosas, 2012

IR, IR E IR

Quero ver onde essa

América se desmorena

E se constrói

Onde se diz negra

Onde se desmestiça

E se desmistifica

Onde se andina

E se desanda

Quero ver

Onde o samba é Gardel

Onde o tango é Noel

Onde a fala é o silêncio dos pampas

A Cordilheira, a Mantiqueira

Onde o ferro é o cobre

Onde Itabira é Temuco

Onde Neruda é Drummond

Onde o guarani é oficial

Onde o Morumbi és La Bombonera

Onde o Chile é Allende

Onde nenhum salvador é Pinochet

Quero ver quero ver

Onde o Paraguai venceu

Onde Afonsina se entregou

Onde o Brasil se Argentina mais

Onde o Uruguai é mais Galeano

E onde eu sou mais ou menos brasileiro

Quero ver, quero ver

do livro Donde Miras - Dois Poetas e um Caminho